
Respiro
Vivo por entre as extremidades
De seu ser
Sem que vejas.
E encanto-me
Como um tritão rústico ao sol
Com medo
Viver é mesmo uma contemplação
Uma fábula de qualquer imaginação.
Invagino-me
E, dentre tanto ar me refaço
Respiro novamente
E esmoreço.
Sempre ganhas no final,
mas contigo não me canso de perder-me
e os corações continuam azuis!

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